O Lucas é amigo velho, aliás, velho amigo… Um cara muuuito dez…
Me encantei tanto com o que ele escreveu que acho que vou pedir autorização pra incoporar na coluna.
Que aliás tá no www.pontodereferencia.com.br
Dêem uma lida.
Ed,
Muito bom… Edmour é sempre um oásis na aridez do mercado, um literal Ponto de Referência, num mundo onde as empresas acabam sempre coisificando o cliente com a desculpa da meta, em tempos de guerra de mercado… E um raciocínio meio maquiavélico onde na hora H os fins justificam os meios.
E o problema é que as empresas acham sempre que conseguem vender volume, no atacado, e atender bem, de forma diferenciada… Ponto final. A culpa tá sempre em vendas, né?
Mas o atendimento tem outras dimensões e a percepção do cliente vai muito além disso.
As empresas entretanto esquecem que a guerra do mercado não deve afetar o cliente, este ser nômade, sem pátria, que quer estar sempre longe do teatro de operações desta guerra, que não é dele.
Nem equipe de vendas pode ser tratada sempre como um pelotão de soldados vivendo os dias de exceção dos tempos de guerra.
Ou seja: não dá para vender como soldado em guerra e atender como cidadão em tempos de paz.
O ideal seria fazer amor e não a guerra…
Mas é pedir demais, né?
Então vamos criar valor e vendedores com espírito de soldados da paz, ainda que a guerra pareça perdida… como na música do Paralamas (Soldado da Paz).
A guerra de mercado deve ter outra dimensão e se dar em outros teatros de operação, longe do novo consumidor, cidadão do mundo! E as equipes de venda, seus gerentes-comandantes, precisam também depor armas, fazer um armistício de fato…
Acho que antes de Atendimento vamos precisar falar em ENtendimento, nesta nova ordem mundial destes dias acelerados.
abcs
Lucas Rizzeto