Já imaginou um carro que possa ser guiados por pessoas cegas, em estradas de verdade? Dennis Hong, fundador de uma empresa americana que trabalha com robótica e design, pensou!
É importante ressaltar que não se trata de um sistema automático. O sistema permite que a pessoa deficiente tenha poder de decisão sobre velocidade e até direção. Esse sistema é dividido em 3 fases: percepção, computação e interfaces não-visuais
Como o condutor não enxerga, obviamente, o sistema tem que ter a percepção do ambiente e dar a informação para o motorista. Através de um complexo sistema, ele manda essas informações ao computador.
O computador processa as informações e dá instruções sobre a melhor forma de conduzir o veículo. E para que a pessoa possa captar essas informações a tempo de ainda conseguir dirigir, foram criadas as interfaces não-visuais. Duas delas são interfaces de instrução – a DriveDrip e a SpeedStrip – e a outra interface é de informação – a AirPix.
Nesse vídeo você pode entender rapidamente como esse protótipo funciona.
A parte mais bacana do projeto é que mesmo que não consigam colocar o veículo nas ruas, existem muitas outras situações em que essas novas tecnologias derivadas podem ser utilizadas. Exemplos rápidos: Já pensou no desenvolvimento de veículos mais seguros pra pessoas que enxergam? Ou ainda uma ajuda nas tarefas domésticas do deficiente visual? Você já imaginou uma sala de aula em que o professor escreve no quadro e o aluno deficiente pode ver o que está escrito? Incrível!
Fonte: Mundo para Morar
Elogiado por Paola Príncipe da Ponto de Referência.












